terça-feira, 25 de novembro de 2008
Maria Alice Vergueiro - Balada do Lírio do Inferno
Maria Alice Monteiro de Campos Vergueiro (São Paulo, 19 de janeiro de 1935) é uma atriz brasileira de teatro com uma extensa carreira nos palcos, no cinema e na televisão.
Estreou em teatro no ano de 1962, no espetáculo A Mandrágora, sob a direção de Augusto Boal. Depois, sua carreira em teatro passou pelo Teatro Oficina, onde atuou na histórica montagem de O Rei da Vela , de Oswald de Andrade), sob a direção de José Celso Martinez Corrêa, que veio a se transformar em filme.
Atuou junto ao Living Theatre. Foi fundadora, ao lado de Luiz Roberto Galízia e Cacá Rosset, do Teatro do Ornitorrinco, onde atuou em diversos espetáculos.
É conhecida no teatro paulistano como dama do underground ou velha dama indigna. Esteve presente como atriz em alguns dos mais importantes e instigantes espetáculos da cena paulistana nos últimos 40 anos. Entre eles: O Rei da Vela (José Celso Martinez Corrêa), Mahagony Songspiel (Cacá Rosset), Electra Com Creta, Katastrophé (Gerald Thomas), e outros.
Além de fundadora, foi atriz do Teatro do Ornitorrinco e assistente de direção de Cacá Rosset em Sonho de Uma Noite de Verão. Em 1992, atuou e dirigiu o espetáculo O Amor de Dom Perlimplim com Belisa em seu Jardim (Federico Garcia Lorca), inaugurando o Núcleo 2 da companhia no qual contava com a colaboração de vários profissionais que também passaram pelo Núcleo 1: Ricardo Castro, Luciano Chirolli, Gerson Steves; além de Rosana Seligman e Wanderley Piras.
Em 1995 dirigiu a peça Quíntuplos, ainda pelo Núcleo 2, com Christiane Tricerri, Luciano Chirolli e outros. Em 2002, já afastada do Ornitorrinco, adaptou Mãe Coragem, no qual atuou sob a direção de Sérgio Ferrara ao lado de Rubens Caribé, José Rubens Chachá e outros.
Em 1988, quando interpretou Lucrécia em Sassaricando, contracenava com um núcleo de atores e atrizes de trajetória eminentemente teatral, entre os quais Ileana Kwasinsky, Jandira Martini e Paulo Autran.
Recentemente ficou mais conhecida pelo curta-metragem Tapa na Pantera, dirigido por Esmir Filho, Mariana Bastos e Rafael Gomes, no qual interpreta uma senhora que fuma maconha há trinta anos e fala sobre suas experiências com a droga, personagem criado pela própria atriz. O curta fez sucesso na internet em menos de uma semana após ter sido posto no site YouTube (sem a permissão dos autores).
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maria_Alice_Vergueiro
Marina de la riva - Adeus Maria Fulõ
Marina de la Riva é uma intérprete brasileira de alma cubana. Seu pai e seu avô são cubanos que fugiram da ilha após a ascensão do ditador Fidel Castro. A família mudou-se inicialmente para Miami e depois para o Brasil - mais precisamente Campos, cidade do interior do Rio de Janeiro onde Marina nasceu, em 1972. Desde cedo Marina mostrou duas características: o gosto pela música - era fã da cantora Maysa e dos boleros que seu pai, um cantor diletante, interpretava - e o charme, que lhe rendeu o apelido de "Mariposa".
Antes de seguir carreira artística, Marina de la Riva criou búfalos e formou-se em Direito. Começou a cantar profissionalmente no início desta década, como vocalista de um grupo chamado Alta Fidelidade, mais puxado para o jazz. Em 2004, ela viajou até Cuba para gravar seu disco de estréia. Era a primeira vez que a cantora visitava a terra de seu pai e de seu avô. Ela gravou um repertório de clássicos cubanos, acompanhada por músicos locais. De volta ao Brasil, Marina gravou sambas e marchas do início do século passado.
Lançado em setembro de 2007, Marina de la Riva é um dos discos mais originais a sair, recentemente, da lavra de uma cantora brasileira. A combinação dos cancioneiros cubano e brasileiro é surpreendente. Marina tem senso dramático. É uma bela intérprete, com voz pequena porém singular. A boa recepção do disco lhe rendeu convites para trabalhar com o grupo Três na Massa e com a Orquestra Sinfônica da USP.
http://veja.abril.com.br/musica/marina-de-la-riva.shtml
domingo, 23 de novembro de 2008
Roberta Sá - Ensaio - Eu Sambo Mesmo
Roberta Sá nasceu em Natal (RN). Na infância seus pais lhe apresentavam rock (Beatles e Jovem Guarda), MPB e músicas regionais.
Aos 9 anos mudou-se para o Rio de Janeiro (RJ) em virtude do segundo casamento de sua mãe.
Com 18 anos fez intercâmbio em Missouri (EUA) onde estudou canto num coral durante um ano.
De volta ao Rio fazia aulas de canto, enquanto cursava jornalismo e trabalhava como balconista. Em 2001 fez show de abertura para apresentação das bandas Liquidificalouca e Paula Leal e Os Infiéis, no Planetário da Gávea.
Em 2002 durante as férias da universidade sua professora de canto Vera de Canto e Melo lhe recomendou que fizesse testes musicais, e Roberta acabou entrando no programa de televisão Fama.
O programa, que se pretendia uma academia de artistas, tradicionalmente moldava seus cantores num estilo americanizado, o que não agradava a jovem que foi eliminada na quarta semana. O grande legado do programa segundo a própria cantora foi a oportunidade dela conhecer Felipe Abreu (irmão da cantora Fernanda Abreu) que se tornou seu preparador vocal e lhe incentivou preparar um show, que foi realizado no Mistura Fina alguns meses depois, e logo após lhe recomendou a gravar uma demo.
Roberta gravou uma demo (contendo cinco canções), que chegou às mãos do autor de novelas Gilberto Braga em 2003, que gostou da voz da cantora pediu que ela gravasse “A Vizinha do Lado” de Dorival Caymmi para a trilha da novela Celebridade, que escrevia no momento.
Roberta conheceu Rodrigo Campello, que se torna seu produtor. Eles gravam sob encomenda de uma empresa um álbum promocional intitulado "Sambas e Bossas". Entre as gravações alguns clássicos como "A Flor e o Espinho", "Essa Moça tá Diferente" e "Chega de Saudade".
http://pt.wikipedia.org/wiki/Roberta_S%C3%A1